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HISTÓRIO
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Maceió,
segunda e atual capital do estado de Alagoas desde 16 de dezembro
de 1839, surgiu a partir de um engenho de açúcar
como também impulsionado pelo comércio e transporte
de passageiros e cargas pelo porto de Jaraguá, até
então formado pela enseada natural desta região.
O nome Maceió origina-se da palavra tupi Maçayo-k
(o que tapa alagadiço) devido a existência da
restinga localizada entre o mar e a Laguna Mundaú.
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HISTÓRIO
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Teatro
Deodoro: Sua construção demorou cinco anos e
foi inaugurado no dia de 15 de novembro de 1910, festejado
com a peça "O Dote" e o monólogo "O
Beijo". O seu caprichado aspecto arquitetônico,
o torna um dos mais bonitos do Brasil.
Palácio
Floriano Peixoto: Inaugurado em 16 de setembro de 1902. Dispõe
de uma reduzida pinacoteca, destacando-se alguns trabalhos
do notável pintor alagoano Rosalvo Ribeiro. É
a sede do governo do Estado e funciona em horário comercial.
Biblioteca Municipal.
Prédio da Associação Comercial de Maceió.
Prédio
da Prefeitura de Maceió (antiga intendência):
www.maceio.al.gov.br
Prédio
do Museu da Imagem e do Som - MISA (antiga alfândega).
Catedral
Nossa Senhora dos Prazeres: Ocorreram várias solenidades
que integraram a inauguração. No dia 31 de dezembro
de 1859, após a missa solene, foi benta a imagem da
Padroeira, imponente escultura ofertada pelo Barão
de Atalaia. É a sede episcopal para o Bispo de Alagoas.
Igreja
dos Martírios: Edificado provavelmente, de meados até
o final do século XIX e possui um estilo eclético.
Estação
Ferroviária Central.
Palácio
Arcebispado: Museu Théo Brandão: Construído
para servir de residência, no final do século
XIX. Tem fundamental importância na história
de Maceió. Foi restaurado. Lá são feitas
visitas pedagógicas, tem espaço para lanche,
loja e auditório. Seu horário de funcionamento
é: Terça a Sexta das 9:00 às 12:00h e
das 14:00 às 17:00h. Sábados e Domingos das
15:00 às 18:00h.
Memorial
Teotônio Vilela.
Memorial da República: recentemente inaugurado em homenagem
aos alagoanos Marechais Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto.
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MUSEUS
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Museu
da Imagem e do Som de Alagoas
MISA - Praça Dois Leões s/n
Museu
Pierre Chalita - Arte Sacra
Praça Marechal Floriano Peixoto, 47 - Centro
Altares barrocos - arte sacra séculos 17 e 19
Museu
Arte Brasileira
Praça Manoel Duarte, 77 - Jaraguá
Museu
Théo Brandão
Praça Sinimbu, 206 - Centro
Tel: (82) 221 2651
Museu
de História Natural da Ufal
Rua Aristeu de Andrade 452 - Farol
Museu
do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas
Rua do Sol, 382 - Centro
Memorial
Pontes de Miranda
Avenida da Paz 2076 - 3º andar (prédio do TRT)
- Centro
Museu
do Esporte
Avenida Siqueira Campos s/n - Trapiche da Barra - Estádio
Rei Pelé
Museu
de Lampião - Centro de Artesanato Cheiro da Terra
Avenida Álvaro Otacílio - Jatiúca
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MANIFESTAÇÕES CULTURAIS
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Carnaval
(bairro Jaraguá, Pinto da Madrugada, Pecinhas de Maceió,
Seresta da Pitanguinha), Festas Juninas (São João,
São Pedro procissão pela enseada da Pajuçara
- e Santo Antônio), Natal.
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FOLCLORE
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GUERREIRO
Característico
de Alagoas, o guerreiro nasceu da mistura do Reisado, Auto
dos Caboclinhos, Chegança e Pastoril, guardando com
o primeiro uma grande semelhança, quebrada apenas pelo
maior número de figurantes e episódios, além
de trajes mais ricos e cantigas mais belas.
È uma seqüência de cantigas dançadas
por um conjunto de bailarinos paramentados de vestimentas
multicoloridas, imitando antigos trajes da nobreza colonial.
È justamente a vestimenta que mais chama a atenção
neste folguedo. Nestes paramentos, as seda, o brocado e os
metais e pedras preciosas são substituídos,
pelo gosto e possibilidade econômica do povo, por fitas,
espelhos, enfeites de árvore de natal, contas coloridas,
diademas e coroas de imitação.
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CHEGANÇA
É
de tradição ibérica, assimilados e adaptado
pelo nosso povo desde os primórdios da colonização.
Trata das lutas marítimas entre mouros e cristãos,
a exemplo das mouriscadas da Península Ibérica.
Quase todo cantado e bailado, é representado numa barca
arrumada especialmente para tal fim, com os participantes caracterizados
conforme seus postos e patentes: Almirante, Capitão-de-Mar-e-Guerra,
Mestre Piloto, Mestre-patrão, Padre-Capelão, Doutor-Cirurgião,
oficiais inferiores, marujos e, na ultima parte do auto, o embaixador,
os guerreiros e o Rei Mouro. |
BAIANAS
Oriundo do Sul de Pernambuco, este folguedo penetrou em nossa
cultura, inicialmente, como clube de carnaval, fixando-se posteriormente,
como função natalina. È uma modificação
rural do Maracatu, em que elementos do Pastoril e dos Cocos
se misturam a danças e canções de nítida
influência religiosa negra, sem a participação
da corte e da boneca, como caso daquele.
As dançadoras, vestidas em estilizações
ou adaptações do clássico traje de baiana
(vestidos compridos de florões, blusas de cor, torços
de seda e balangandans de imitação), dançam
e fazem evoluções ao som de bombos, ganzás
e outros instrumentos de percussão. |
BUMBA - MEU - BOI
Manifestação
que celebra o boi, representado em quase todo o Brasil, com
pequenas variações de nome e estilo.
O boi, uma armação de madeira recoberta
de tecido vistoso, é conduzido por dois vaqueiros, entre
danças e trejeitos no meio da multidão. Durante
o auto, é comum a apresentação de pequenas
coreografias relativas a outros animais. |
REIZADO
De
origem portuguesa, o reisado é similar ao vasto ciclo
de folguedos derivados das janeiras e reis,
encontrados no folclore de outros estados do país.
Consiste,
basicamente, numa série de episódios, tais como
o Pedido de Abrição de Porta, Louvações
e Marchas de Entrada, Ceia e Despedida, entre as quais realizam-se
representações dramáticas, denominadas
Entremeios, danças cantadas, chamadas peças
e partes declamadas conhecidas sob o nome de Embaixadas
ou Chamadas de Rei. |
QUILOMBO
Inicialmente,
tido como originário dos acontecimentos na Serra da Barriga,
é, na verdade, uma adaptação alagoana de
danças que representam lutas, ora entre brancos e negros,
ora índios, ora mouros e cristãos.
Segundo
Théo Brandão, o auto é uma re-interpretação
de origem e erudita. Ao confirmar esse fato, ocorre a
derrota dos negros no final da representação,
comprovando ser um bailado idealizado por brancos. |
PASTORIL
De
origem lusitana, reproduz peças natalinas defronte a
presépios ou em tablados armados com esta finalidade,
e é o mais popular e difundido folguedo de Natal no folclore
de Maceió.
Trata-se
de uma fragmentação do Presépio, sem os
textos declamados e diálogos, constituído apenas
por jornadas soltas, canções e danças religiosas
ou profanas, de variados estilos e épocas, sem qualquer
ordem ou seqüência lógica. Apenas a jornada
inicial ou Boa Noite e a final ou Despedida
-, obedecem esta ordem, sendo as demais, geralmente hozona ao
nascimento de Jesus ou disputas entre os dois cordões
de livre criação do grupo É representado
por garotas de todas as camadas sociais. |
FANDANGO
Também
conhecido como Marujada, Barca, Nau Catarineta ou Chegança
de Marujos.
Este auto é uma dança dramática com motivo
náutico, com forte inspiração portuguesa,
influência que está presente nas cores (azul e
branca) das vestimentas dos participantes.
Não
tem enredo próprio nem seqüência lógica.
Constitui uma série cantigas náuticas de diversas
épocas e origens, que falam das odisséias marítimas
dos navegadores, lembrando o sofrimento de uma nau perdida,
a calmaria, a fome e a solidão no mar, além de
retirar as lutas e o heroísmo dos marujos. |
COCO ALAGOANO
De
origem controversa, situado por alguns na Angola, por outros
numa mestiçagem entre cultura negra e indígena,
preferimos adotar a acertiva de José Aloísio Vilela,
que localiza ente os negros dos palmares o embrião do
Coco, ritmo cadenciado dos mesmos, rachando o coco para a retirada
da amêndoa.
Dança
cantada, acompanhada com um ganzá ou pandeiro e pela
batida dos pés, ou tropel, é um folguedo junino,
podendo, no entanto, surgir para festejar acontecimentos importantes. |
COCO DE RODA
O
Coco de Roda é a mais primitiva manifestação
do Coco, e a de coreografia mais simples.
Formada
a roda de dançadores, na cadência da palmas e dos
cantos entoados, uma ou duas parelhas fazem o sapateado no centro,
enquanto os demais permanecem em seus lugares. A seguir, dirigem-se
até outra parelha, em qualquer parte da roda, e através
da umbigada, escolhem-na para substituí-los no centro
da roda, tomando o seu lugar. |
CAVALHADA
Folguedo
popular realizado no período natalino ou festas de santos
padroeiros com origem ou inspiração nos torneios
medievais que representa os heróis da Dinastia Carolíngia,
em número de 12 cavaleiros.
Os
competidores divididos em cordões iniciam
o folguedo com uma visita à igreja ou ao santo, que é
colocado num pedestal, enfeitado no local da corrida. A seguir,
aos pares, eles disputam uma serie de corridas em busca das
argolas, iniciando pelos chefes dos cordões, chamados
Matinadores, e encerrando pelos Cobridores, que tem obrigatoriamente,
que tirar as argolas, se isso não tiver sido feito pelos
pares que os antecederam. Para retirar as argolas, são
utilizadas lanças de madeira, entregues ao cavaleiro
por seus escudeiros. |
VAQUEJADA
É
característica da Região Nordeste, onde a pega
do boi. É atividade corriqueira do nosso vaqueiro. |
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